Blog em Stand by

Caríssimos amigos,

Há cerca de 4 anos escrevi o último post, com o título: “Pré-Sal”. Volto apenas para informar que não desisti de escrever e ter meu blog. Apenas optei por, atualmente, dar um foco a outras demandas.

Assim que retomar as publicações, quero contar novamente com a companhia, participação e interação com todos. Quem ainda não me deu o prazer de ler os post já publicados, convido-os a fazê-lo e opinar, enriquecendo este espaço, sempre que julgar conveniente.

Forte abraço.

Paz e bem.

Isaac.

novembro 27, 2010 at 14:28 Deixe um comentário

Pré-Sal

Adoro torta salgada.

E diversos podem ser os ingredientes principais. Pode ser de frango… ou até sardinha, atum e… ok, vamos falar do pré-sal…

Mas… de uma maneira ou de outra o assunto era o pré-sal também. Há pouco tempo pré-sal era apenas uma etapa da “receita” (culinária) que antecedia o temperinho. Mas hoje, falar do Pré-sal em Brasília é falar do fatiar da torta antes mesmo de vir a “receita” (financeira) pra comprar os apetrechos necessários.

Sabemos que o estoque médio previsto na camada “recém”-descoberta do Pré-sal brasileiro é de 65 bilhões de barris de petróleo. Digo “recém” (entre aspas) porque descobriu-se há 02 anos, o governo estava de segredinho elaborando as normas da cozinha e, quando concluíram, exigiram 03 meses para o Legislativo revisar e aprovar… previsível celeuma pra um ambiente cheio de interesses e divergências, não?

A previsão de começar as explorações é para 2016. Sabemos que este dinheiro pode resolver todos os nossos problemas. O problema é que também sabemos que a Nigéria, por exemplo, é um grande produtor petrolífero e um caos de país. O segredo, então, está em como gerir responsavelmente o din-din. Eu falei segredo? Er… no Brasil, digamos que seja uma Lenda – traduz melhor. Enquanto as empresas do setor olham ao longe e investem em capacitação, pesquisa e desenvolvimento os nobres deputados e senadores olham bem mais perto, 2010 mais precisamente. Imagina a confusão que não está entre eles…! cada um puxando a sardinha (lembrei da torta) pro seu projeto, cada um querendo que esta grana seja direcionada pra um público ou setor que lhe venha render votos! É…, porque o Brasil não tem população, no Brasil há “domicílios eleitorais”. Percebe-se uma miopia providencial à perpetuação dos mandatos.

Discordo – humildemente – da Exame n° 952 desta semana quando sua reportagem afirma que a Noruega é o grande exemplo mundial na utilização destes recursos pois criou com a grana do petróleo um fundo de investimentos, com gestão altamente eficiente e transparente, cujo capital acumulado só cresce, garantindo tranquilidade às futuras gerações e ainda auxilia anualmente os gastos governamentais. Eu discordo porque não existe um melhor do mundo, tampouco um pior. Existe o melhor pra um país, pior pra outro e ponto. Não dá pra dizer que a mesma lógica da Noruega seria sucesso no Brasil, nossa população é 50 vezes maior e nosso IDH outros tantos menor. Concordo quanto a qualidade da gestão, transparência e rigidez. Mas certamente destinar apenas 4% do fundo (como faz a Noruega) é pra países que já têm seus principais problemas resolvidos. O fundo deverá financiar a consolidação de uma infra-estrutura de pesquisa e desenvolvimento no país, a saúde, agricultura, emprego e renda e por aí vai. E isso, até meu cachorro sabe que será uma boa fatia. E este é o grande pepino: determinar o tamanho da fatia, quem morderá, o tamanho da mordida e o principal que é realizar um exame clínico pra constatar que os nutrientes foram bem alojados no organismo Brasil.

É uma pena que quem esteja com a faca e o queijo nas mãos sejam nossos senadores e deputados, competentes o suficiente pra tacarem sal em nossos lares doces lares e açúcar em… ah, aí aproveitam, põem uma dose de cachaça premium (dessas pra exportação) um gelinho e comemoram algum recorde de ineficiência na sessão do dia.

Por favor. Quem fizer torta salgada me chama.

setembro 24, 2009 at 01:08 8 comentários

Inteligência estratégica

Decisão inteligente também exige admitirmos até onde podemos ir!

tirinha1

Seja pro Pessoal ou pro mundo Organizacional. Neste último, precisando de apoio, sou consultor.

; )

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setembro 13, 2009 at 23:57 Deixe um comentário

Índice da Educação Básica 2009

Em meio à míriade de spans que recebo atualmente, enfim um que se mostrou bastante útil e interessante. Foi enviado pela Editora Abril.

Trata-se do IDEB 2009 – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, que é divulgado pelo MEC e se refere a uma avaliação de 0 a 10 a que se sujeita toda escola pública brasileira de 1° a 9° ano escolar. Podemos consultar as notas de cada uma das escolas públicas dos mais de 5.550 municípios do nosso país. A nota precisa ser no mínimo 6,0 para que a escola seja considerada de qualidade.

O índice é medido a cada dois anos (o de 2009 acaba de ser divulgado) e o objetivo é que o país, a partir do alcance das metas municipais e estaduais, tenha nota 6,0 no ano de 2022! Seis é a nota correspondente à qualidade do ensino em países desenvolvidos.

Muito bom. Não adianta dizer que o problema da educação brasileira se resolveria em 5 ou 6 anos! Sejamos realistas e trabalhemos a longo prazo. O cuidado agora é garantir mecanismos que realmente meçam a qualidade com eficácia, que não tenhamos nossos índices melhorados apenas na teoria, para inglês ver. Um mal exemplo hoje são de escolas que aprovam alunos ao final do ano sem que estes tenham a menor condição de subirem um degrau no ano escolar, apenas para maquiarem as estatísticas. Eu conheço pessoas assim, chegam ao ensino médio sem leitura e sem escrita satisfatórias. Em minha Santa Maria da Vitória-BA (que possui um ideb=3,0) atestei isso nas minhas últimas idas por lá. E quem afirmar que isso não ocorre em seu município que atire a primeira pesca.

Sabemos que nossos professores não são valorizados como deveriam. Sabemos que a apropriação de ferramentas tecnológicas (informática, internet) em sala de aula (tão comum na proposta pedagógica freireana da ONG CDI) é algo ainda bastante incipiente por aqui. Mas isso dá pano pra manga e é um assunto pra outro post.

Desde que recebi este e-mail, passei a pesquisar o ideb das escolas públicas de diversos estados, principalmente porque não aparecia uma sequer com avaliação acima de 6,0! Inicialmente movido pela curiosidade, em seguida tornou-se uma questão de honra. Decidi que só pararia até achar uma. Achei: o Colégio Militar de Salvador (ideb=7,2). Obviamente não é o único, mas que deu trabalho pra encontrar, como deu. É uma pena que geralmente no Brasil instituição de ensino pública de qualidade é ou universidade ou, no caso do ensino médio, militar.

E o colégio frequentado por você/sua família, que nota recebeu?

Este índice (o ideb), é altamente positivo por tornar pública a avaliação atual da escolas públicas mais próximas a nós, permite também que acompanhemos o desempenho da instituição e facilita nosso envolvimento enquanto partícipes deste processo de melhoria, rumo ao tão almejado nível acima da mediocridade que tanto freia nosso desenvolvimento.

Além disso é também possível comparar a nota de determinada escola com a média municipal, bem como visualizar as metas individuais para melhoria da sua avaliação nos próximos anos até o ano de 2022.

Toda a redação do blog (!) dedicou algumas horas de pesquisa. Seguem abaixo o ideb médio* das nossas capitais:

AC Rio Branco – 4,0
AL Maceió – 3,0
AM Manaus – 3,4
AP Macapá – 3,4
BA Salvador – 3,6
CE Fortaleza – 3,2
DF Brasília – 4,1
ES Vitória – 3,8
GO Goiânia – 3,7
MA São Luís – 3,7
MG Belo Horizonte – 4,0
MT Cuiabá – 3,6
MS Campo Grande – 4,4
PA Belém – 3,0
PB João Pessoa – 3,2
PE Recife – 3,0
PI Teresina – 3,5
PR Curitiba – 4,6
RJ Rio de Janeiro – 4,3
RN Natal – 3,0
RO Porto Velho – 3,4
RR Boa Vista – 4,0
RS Porto Alegre – 3,7
SC Florianópolis – 4,2
SE Aracaju – 3,2
SP São Paulo – 4,1
TO Palmas – 4,1

* O ideb se segmenta em 2 partes: do 1° ao 4° e do 5° ao 9° ano escolar. Acima, temos a média aproximada dos dois.

Clique aqui e faça a sua consulta por escola: http://educarparacrescer.abril.com.br/nota-da-escola/

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setembro 11, 2009 at 15:52 Deixe um comentário

O tal Grito de Independência!

Eu gostaria de convocar os assíduos leitores deste blog para uma oportuna reflexão. Antes, um parênteses, ou melhor, dois:  (1) entendo como assíduo, aquele que visita isto aqui ao menos uma vez por mês e; (2) trata-se de uma oportuna reflexão por dois motivos: pela data de hoje e por, provavelmente, todos nós já termos nos livrado do ensino médio o que não mais nos obriga a aceitarmos as convenções que nos empurram goela abaixo. Fecha parênteses.

Vamos falar do GRITO DA INDEPENDÊNCIA!

o_grito_peq

Convenhamos que é bastante romântica e com traços de poesia épica a versão em que D Pedro I estava lá passeando às margens do rio Ipiranga (pocotó, poc….) e de repente soltou o grito: Independência ou Moooorte! Ele tinha acabado de receber mais uma cartinha de Portugal botando pressão pra ele retornar pra lá, mas como na cartinha anterior ele já tinha inventado o dia do Fico, nessa, sem muita paciência, respirou fundo, pensou bastante na herança que o aguardava em Portugal (foi aí que ele tomou coragem), tirou a espada da bainha, o cavalo baixou a cabeça pra não sobrar pra ele (percebe-se que a levantou em seguida), soltou a voz e ficou aguardando o pintor real (que acompanhava a caravana, ou cavalana não sei) terminar o quadro, pra não perder nenhum detalhe, claro.

independencia

Sabe, eu nunca acreditei nesse grito de independência. Esta suposta libertação somente foi aceita pelas potências européias em 29 de agosto de 1825 (3 anos mais tarde)!! Portugal, após o tal “grito” atravessar o Atlântico, condicionou a “aceitá-lo” apenas após o Brasil pagar 2 milhões de libras esterlinas. Uma espécie de rescisão contratual, sem contrato, evidente. Na época não existia o Procon. Ou seja, “compramos” nossa independência. Pagamos com ouro? Não, claro que não. O ouro todo já tinha sido utilizado para alimentar o maior golpe da história aplicado por um padastro em seu enteado. Afinal, o Brasil (enteado) vivia feliz, tão feliz que vivia nu. Aí veio Portugal (padrasto), que já chegou querendo sentar na janela e ficar com o controle remoto da televisão, e assaltou a geladeira – tinha cada coisa gostosa! Pois é, sem o ouro, nós pegamos estas librinhas emprestadas da Inglaterra (na época, FMI=Fundo Monetário Inglês).

Então, como o Brasil pôde ficar independente neste dia se após o tal ato heróico de D. Pedro I, tanto ainda teve de ser feito? Muita água ainda rolou… E olhem que eu nem estou mencionando aqui a pressão dos oligarcas que, por medo das conseqüências de o Brasil voltar a ser regido por Portugal, viraram amigos de infância (passaram a torcer até pro mesmo time – o Benfica) de D. Pedro I!

Outra coisa, falando agora do período pós-“libertação”, vocês acham que os escravos e a população pobre, quando de fato a independência foi conquistada, notaram alguma diferença? Fato é que a independência trouxe uma alteração política, uma alteração de poder ao nosso país. Pergunto eu pra concluir: desde quando, no Brasil, termos um sistema político independente para as políticas públicas, com poder de atuação, é sinal de avanços na esfera social, de direitos humanos e distribuição de renda?

Ilustrações:
– 1a. imagem: “O Grito” (no original Skrik). Pintura do norueguês Edvard Munch, datada de 1893.
– 2a. imagem: “Independência ou morte“. Óleo sobre tela de pintura de Pedro Américo, data de 1888.

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setembro 7, 2009 at 17:00 1 comentário

Chá de Zabumba

kkkkkkk. Segundo o dentista foi apenas um remédio, mas consultando fontes ultra-seguras há fortes indícios de que ele deu uma alta dose de Chá de Zabumba pra essa figurinha aí!

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setembro 6, 2009 at 15:18 Deixe um comentário

Fim dos salários dos Vereadores!

Por mim está mais que aprovado!
Na última sessão do Senado, o senador Cristovam Buarque propôs um projeto espetacular!
Sabem aquela nossa sensação de que vereador, em geral, não cumpre o que promete? Aí dá aquela sensação de que queriam apenas um excelente emprego. E olha como é excelente:
– ótima remuneração (varia de cada cidade, mas é sempre ótima), horário flexível, não requer experiência anterior, verba de gabinete para seus assessores diretos, verba idenizatória, auxílio-paletó, auxílio alimentação, auxílio gasolina, uma cota mensal de selos, material necessário ao gabinete, idade mínima de 18 anos e basta ser alfabetizado.
Pois é, a proposta de Cristovam é que nas cidades cujo número de habitantes torna dispensável a realização de 2° turno nas eleições, os vereadores deixem de ser remunerados! Ele propõe que, nestas cidades, não haja vereadores e sim o que ele chamou de Conselheiros Municipais. Maravilha! Claro que na prática a coisa é mais complicada do que aparenta, mas tudo se aperfeiçoa. O importante é a essência da idéia inicial.
Para quem não sabe, as funções básicas de um vereador são: compor a Câmara Municipal, que representa o Poder Legislativo, logo cabe a eles a elaboração das leis municipais; fiscalizar a atuação do prefeito e os gastos da prefeitura, exigindo a prestação de contas; servir de atalho da população para com o prefeito – qualquer munícipe pode escolher um vereador e solicitar a este que leve sua reivindicação ao chefe do executivo municipal.
Com base em algum conhecimento de causa, e ousando generalizar, há nas cidades menores pessoas de boa-fé, que muito já fazem, sendo excelentes candidatos a Conselheiro Municipal, e que darão resultados muito melhores que nossos atuais vereadores. Outra coisa eu afirmo, os prefeitos terão mais trabalho em sua administração, pois os lobbies partidários tenderão a diminuir – embora outros lobbies possam surgir, afinal sempre há uma turma que adora se sentir no poder. Os tais conselheiros municipais só não podem se esquivar de suas obrigações, sob alegação da não remuneração. A responsabilidade deverá ser a mesma e serão cobrados por ela.
Nestas cidades, já há a figura do Conselheiro Tutelar, que exerce suas funções e não recebe qualquer remuneração por suas atribuições. Porque não haveria de dar certo com os atuais vereadores? Quantas boas pessoas só não se envolvem com a política por causa da sua justa reputação de ser um oceano de oportunistas? A única coisa que eu defendo é a manutenção de alguns benefícios tais como as ajudas de custos, porque caso contrário é sacanagem também.
É isso. Este post é uma bandeira levantada em defesa da aprovação deste projeto, que não nos prendamos à sua origem partidária, mas à nobreza do propósito! A comissão que discute a atual reforma eleitoral sequer discutiu esas propostas de Cristovam, as atenções, neste aspecto, estão todas focadas no aumento em mais de 7 mil vagas no número de vereadores no país. Brincadeira este legislativo, não?
Um abraço.

Por mim está mais que aprovado!

Na última sessão do Senado, o senador Cristovam Buarque propôs um projeto muito oportuno!

Sabem aquela nossa impressão de que vereador, em geral, não cumpre o que promete? Aí dá aquela sensação de que queriam apenas um excelente emprego. E olha como é excelente:

– ótima remuneração (varia de cada cidade, mas é sempre ótima), horário flexível, não requer experiência anterior, verba de gabinete para seus assessores diretos, verba idenizatória, auxílio-paletó, auxílio alimentação, auxílio gasolina, uma cota mensal de selos, material necessário ao gabinete, idade mínima de 18 anos e basta ser alfabetizado.

Pois é, isto pode se findar. A proposta de Cristovam é que nas cidades menores cujo número de habitantes torna desnecessária a realização de 2° turno nas eleições, os vereadores deixem de ser remunerados! Ele propõe que, nestas cidades, o título “vereadores” seja substituído pelo que ele chamou de Conselheiros Municipais. Maravilha! Claro que na prática a coisa é mais complicada do que aparenta, mas tudo se aperfeiçoa. O importante é a essência da idéia inicial.

Para quem não sabe, as funções básicas de um vereador são: compor a Câmara Municipal, que representa o Poder Legislativo, logo cabe a eles a elaboração das leis municipais; fiscalizar a atuação do prefeito e os gastos da prefeitura, exigindo a prestação de contas; servir de atalho da população para com o prefeito – qualquer munícipe pode escolher um vereador e solicitar a este que leve sua reivindicação ao chefe do executivo municipal.

Com base em algum conhecimento de causa, e ousando generalizar, há nas cidades menores pessoas de boa-fé, que muito já fazem, sendo excelentes candidatos a esta função de Conselheiro Municipal, e que darão resultados muito melhores que os dos nossos atuais vereadores. Outra coisa eu afirmo, os prefeitos terão mais trabalho em sua administração, pois os lobbies partidários, que tanto corroem a eficiência da Administração Pública, tenderão a diminuir – embora outros lobbies possam surgir, afinal sempre há uma turma que adora se sentir no poder. Os tais conselheiros municipais só não podem se esquivar de suas obrigações, sob alegação da não remuneração. A responsabilidade deverá ser a mesma e serão cobrados por ela. Nenhum bicho de 7 cabeças, conforme vimos no parágrafo anterior.

Nestas cidades, já há a figura do Conselheiro Tutelar, que exerce suas funções e não recebe qualquer remuneração por suas atribuições. Porque não haveria de dar certo com os atuais vereadores? Quantas boas pessoas só não se envolvem com a política por causa da sua justa reputação de ser um oceano de oportunistas? A única coisa que eu defendo é a manutenção de alguns benefícios tais como as ajudas de custos, porque caso contrário também seria sacanagem.

É isso. Este post é uma bandeira levantada em defesa da aprovação deste projeto…, aos críticos do senador (embora não conheça um) peço que não nos prendamos a entraves menores, mas à nobreza do propósito! A comissão que discute a atual reforma eleitoral sequer discutiu esas propostas de Cristovam, as atenções, neste aspecto, estão todas focadas no aumento em mais de 7 mil vagas no número de vereadores no país. Brincadeira este legislativo, não?

Um abraço.

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setembro 6, 2009 at 14:34 2 comentários

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